Mais de 60% dos afetados pela gripe e resfriado se automedica

A pesquisa “de Gripe e resfriado: o verdadeiro impacto na sociedade portuguesa”, realizada pela empresa especializada em pesquisas HRW e Novartis sobre uma amostra de 500 pessoas, revela dados sobre essas doenças

Foto: Grupo Quíron

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No Brasil, a cada ano, regista-se uma média de cerca de 80 milhões de casos de sintomas de gripe e resfriado, e representam 33% das visitas médicas.

Os andaluzes e os valencianos são os espanhóis, com uma maior taxa de absentismo laboral por causa da gripe, enquanto que os galegos são os mais suscetíveis a sentir-se deprimidos por constipações; os madrilenos são os que melhor os suportam, segundo este estudo.

A gripe e os resfriados são os responsáveis por cada ano uma média de 4,2 dias de absentismo por trabalhador, e, segundo a pesquisa, o País Basco é a Comunidade que menos ausências de trabalho registrado por este motivo.

Um 60 % dos trabalhadores espanhóis, que sofrem com os sintomas de gripe e resfriado não são ausentan do trabalho, a maioria por questões econômicas e por “obrigação que representa ir trabalhar sob qualquer circunstância”.

Mais ausências no trabalho, na quarta-feira

A pesquisa revela que o dia da semana mais comum para não ir trabalhar por causa dos sintomas de gripe e resfriado é quarta-feira.

Um 88% dos entrevistados disseram se sentir cansado e 61 % desconfortáveis quando sofrem de sintomas de resfriado e gripe, enquanto que 37% sentem falta de motivação e 23% de sinais de depressão.

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47 % afirmou sentir-se fonte, adormecido cansado ou quando sofrem com os sintomas e a maioria concordaram em que os sinais de gripe e o resfriado afetam de forma “muito negativa” para o seu estado de espírito.

Pior para as mulheres do que os homens

Este trabalho revela que as mulheres sofrem um efeito mais negativo que os homens e que sofrem um maior número de episódios de depressão e falta de motivação que os homens e que é comum em ambos os sexos, que as pessoas que têm filhos tenham piores sintomas que as pessoas sem filhos.

71% dos entrevistados afirmaram que gastam menos de 30 euros em medicamentos, quando sofrem um resfriado ou a gripe, e 64 % reconheceram que se automedican e compram medicamentos sem receita médica e sem passar por uma consulta de um médico.

Evitar os beijos

Um 27 % dos entrevistados disse que evita os beijos e as carícias por medo do contágio e 74 % escolhe beber água de forma regular como uma medida de prevenção primária, embora a maioria ainda desconhece a importância de lavar as mãos para evitar o contágio.

Enquanto 29 % dos espanhóis ainda confiam em remédios naturais e no descanso para a superação da doença, cerca de dois terços indicaram que tomava medicamentos para ter um alívio rápido quando sofrem os sintomas de resfriados e gripes.

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